Nem contas vou fazer... é melhor!
Fico triste por saber que deixei tanto, mas tanto por registar... e por não ter arranjado 30minutos por mês para uma rápida atualização. Trenguice... ou cansaço... ou as duas coisas juntas.
Mas, tudo se mantém mais ao menos igual... pelo menos estruturalmente.
Desde 2018 que trabalho em Alpendorada no Marco. E porque me mantenho por lá? Não é porque deixei de ser contratada, pelo contrário... é porque continuo contratada (fazendo as contas por alto ... yep... 17 anos, coisa pouca).
Alpendorada é uma vila muito simpática, tem todas as caraterísticas de vila que possam imaginar. As boas e as menos boas. Mas tranquilo. Gosto dos alunos, gosto dos colegas, gosto da forma de trabalho. Dá vontade de ficar mais uns aninhos, até porque tenho de entrar para o quadro, quero alguma estabilidade...
Felizmente tenho colegas top de FQ, trabalho com a Alina e a Mónica que são duas colegas de curso da UMinho, o que só facilitou todo este processo desde o início. Sim... porque ir para Alpendorada diáriamente à dois anos com filhotes tão pequenos é duro sim.
O Ricardo está mais gato, barbudinho mas com aquele charme de não se resistir. Sem ele não conseguiria tudo isto. Ele e a sua paciência de job (que nesta altura está a negativos - mas mais à frente explico porquê) trazem-me a força que preciso (precisamos) para levar o barco.
Deve começar a trabalhar no novo pólo do DEB em Famalicão. Está a crescer dentro do DEB, fico feliz por ele e sei que ele também gosta muito do que faz. Ganhou um bolsa com contrato por 6 anos. O primeiro ano já passou... restam 5 anos. Veremos como será depois.
Os meus pais estão ambos reformados. A minha mãe foi a última, reformou-se em setembro passado. Passa o seu tempo alapada ao computador, nas pesquisas para completar a Árvore Genealógica da Família (da forma que está já deve ser mais área florestal protegida do que árvore...)
Os meus sogros mantém-se bem felizmente, com as queixas do costume, sinal de que tudo está bem!
A minha mana está bem... confesso que andamos mais desligadas. Ela embrulhada no trabalho e com pouco o que dizer quando está comigo. Acho que anda numa fase menos boa. Não sei como falar com ela da forma correta porque não sei qual é a forma correta. Volta e meia sinto-a em baixo, acho que devia ser acompanhada por psicóloga porque emocionalmente ela é muito instável (e isso assusta-me... quero-a bem). Conta-me coisas do estilo, ver a minha avó na casa dela constantemente, que vê movimentos .... coisas que até escrever me custa, mas queria que ela se fosse tratar porque (para mim que sou completamente leiga nisso) não lhe faz bem nenhum estas "visões do outro mundo". Mas o ginásio tem-lhe feito muito bem, está muito gata também!
Os meus sobrinhos estão uns bonecos. O Martim é super aluno, mas tem ali as pilhas sempre a transbordar. A Carolina é A rapariga do grupo e obviamente tem de se portar como tal. Lindíssima, sempre com resposta pronta e muito sociável. Um doce de menina. Adora a tia 😍 (e a tia adora ela).
Os meus cunhados continuam no ram ram habitual. Paulo e Cláudia casados. Bruno e Rute namorados. Nada mais a acrescentar (bem, haver há... mas fica para quando estiver com vontade de escrever sobre isso).
Passando à cereja no bolo: os meus três mosqueteiros. Estão maravilhosos 💕
Guilherme passou para o 6.º ano (já?!??!). Bom menino, amigo dos seus amigos. Detesta injustiças e continua a não gostar de ser gozado e a levar muito a peito pequenos comentários. Tem algumas dificuldades a Matemática e Português, mas que com muito empenho e dedicação das professoras conseguiu ultrapassar.
Passou com boas notas, mas este ano foi muito atípico (... já explico). É o 63 do Maia Basquete, sub12, e gosta muito.

Gonçalo o ajuizadinho dos três, mas as birras continuam a ser com ele. Fala bem, e é bom observador. Adora futebol, mas dentro do tema... adora analisar o jogo corrido. faz imensos relatos a ver os jogos na TV.
Francisco o terrorista. Nunca quer fazer o que a mãe propõe. É bola nos pés e mais nada. Tem de facto bastante jeito a jogar, mas eu e o Ricardo achamos que com 5 anos (em setembro) não tinha capacidade para entrar no futebol. Este ano logo se vê.
Os gémeos vão para o 1.º ano! (ai mãe.... já?? não queroooooo). Entraram para o Araújo e este ano vão ficar os três na "mesma escola". O Guilherme na EB 23 de Leça do Balio (escola de baixo) e os gémeos na EB 1 do Araújo (escola de cima), unidas pelo mesmo portão de acesso.
Este ano é um ano atípico porquê? Numa palavra COVID (fica para outro post, preciso de ir buscar água e já volto! )
Beijo.










